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RAMBUTAN - EXÓTICA FRUTA MALAIA

Nephelium lappaceum - Família Sapindaceae.Rambutan

Originário do Arquipélago Malário, o Rambutan é muito semelhante à Lichia (Litchi chinensis), tanto em beleza quanto ao paladar, pois pertencem à mesma família (Sapindacea).

Seus frutos são maiores que o da Lichia, e tem várias vantagens sobre a mesma. Suas sementes são 30 a 50% menores, possuem casca firme cobertas com pelúcia maciae coloração vermelho carmim, destaca-se facilmente da polpa. Produzem em pencas com 15 a 30 frutos, sendo estes ovalados com 5cm de comprimento.

Também sua resistência ao transporte é maior, pois sua polpa é mais firme e a pelucia que recobre a casca evita atrito entre os frutos amortecendo impactos.

Sua polpa é doce, pouco ácida semelhante à uva podendo ser utilizada em conservas e sucos, aceita também congelamento mantendo as características originais.

A maturação dos frutos ocorre de junho a outubro, sendo mais concentrada em julho e agosto, sua produtividade é grande, podendo chegar a mais de 200Kg por planta.

É uma árvore tropical que atinge 12m de altura, muito ornamental e por sua beleza de folhagem, floração e frutificação pode ser palntadas em alameda e jardins.

Desenvolve-se bem onde cresce o café, não suportando geadas nem temperaturas negativas. Gosta de umidade no solo principalmente na época da florada, ocorrendo seca prolongada é necessário que se irrigue a planta. Esta furta é muito popular no Hawaí, Tailândia, Vietnã, Indonésia, sendo artigo de exportação com grande aceitação na América do Norte e Europa.

O início da produção das mudas por nós comercializadas ocorre em 4 ou 5 anos, estando as mudas já com 24 meses de idade.

A distância do plantio recomendado é de 8m entre plantas por 10m entre linhas.

O arilo é consumido fresco, cozido, enlatado ou em geléias. O sabor da polpa (arilo) é sub-ácido a adocicado, lembrando o da lichia ou da uva, com açúcares em torno de 10 a 12%. Em temperatura ambiente, a melhor aparência externa dos frutos dura entre 3 e 4 dias, quando os espinhos começam a murchar, embora polpa não sofra alteração. O arilo (parte comestível), que cobre a semente pode variar de estação para estação e entre cultivares de 28 a 54%.

Texto Fonte: www.intercanalun.com.br
Imagens Fonte: www.rambutan.com


A BELEZA DA FRUTA ENFEITA O POMAR DE NAHIM

A fruta, além de deliciosa, promete segredos afrodisíacos

O município de Porto Velho é reconhecido em todo o país como uma região circulada de frutos regionais, como o açaí, cupuaçu e tucumã. Mas uma fruta tradicionalmente conhecida em países do Oriente (Tailândia, Vietnã e Indonésia) fez com que o economista Nahim José Aguiar, 65 anos, tivesse a idéia de plantar, em 2005, vários pés de...Rambutan.

O nome exótico e o sabor adocicado só confirmam a beleza dessa fruta, que tem formato ondulado, tom avermelhado por fora e cerca de cinco centímetros de comprimento. Atualmente, na chácara Dois Riachos, em Candeias, há 36 km de Porto Velho, ele cultiva 42 árvores apenas dessa espécie num pomar composto de, aproximadamente, 415 plantas de outras espécies, a maioria frutíferas.

A idéia surgiu quando Aguiar ainda era diretor do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), há três anos, e participou de um projeto de reflorestamento da Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero). A partir dessa experiência, em conversa com um amigo, ele começou a pesquisar na internet por frutas incomuns na região.

Foi quando, num viveiro na Capital, encontrou a muda do Rambutan.

Apesar de ter provado e aprovado o sabor antes de adquirir as mudas, não pensei duas vezes em aceitar o desafio e começar o plantio, lembra o economista que está colhendo, há quatro semanas, a primeira safra dos frutos que plantou em janeiro de 2005.

Segundo Aguiar, o tempo em média para fazer a primeira colheita é, no mínimo, de cinco anos. No caso dele, houve um adianto ainda não explicado cientificamente. Ele acredita que a maneira como as frutíferas foram plantadas, adubadas com calcário e esterco de galinha - tenha colaborado para o rápido desenvolvimento. Porém, segundo ele, há um detalhe fundamental que merece ser destacado.

Apenas as fêmeas dão a fruta, revela. No pomar, as rambunteiras somam 14 fruteiras. A proposta é realizar nos próximos anos um pomar inteiramente orgânico.

Como pouca gente conhece a tal fruta que lembra por dentro o ingá o economista ainda não começou a faturar com a venda de Rambutan, embora esse seja um plano para o futuro.

Estou fazendo um trabalho de formiguinha para familiarizar a fruta ao gosto das pessoas para, depois, pensar em lucrar, conta Aguiar que vendeu a um amigo 12 frutas pelo preço camarada de R$ 5,00.

Mas o valor real do quilo da fruta, em outros países, diz, custa US$ 35,00. Em outros estados do Brasil, o quilo do Rambutan pode ser encontrado por R$ 40,00. Não foi à toa que 100 mudas foram plantadas na semana passada. Tudo (gastos, fruteiras e planejamento) é devidamente anotado em planilhas para garantir o controle e o desenvolvimento do local.

Mas quem tiver vontade de plantar a fruta no fundo do quintal de casa? Aguiar garante a germinação da muda, desde que seja seguido alguns critérios. Primeiramente é preciso colocar a semente na terra preta dentro de um saco. Depois é esperar dez meses até a germinação alcançar 50 centímetros e para fazer o plantio. Uma árvore pode produzir até 200 kg ou mais da fruta e pode medir até 12 metros de altura.

A estrutura do paraíso

Nahim José Aguiar mora em Porto Velho desde a década de 60 e sempre se identificou com a fauna amazônica. Não é por outro motivo que ele adquiriu a chácara Dois Riachos, em 2005, para realizar o objetivo de manter-se em harmonia com a Natureza.

E que estrutura! São dois mil hectares que compõe a propriedade e muito espaço ainda pode ser explorado com responsabilidade, um dos princípios que adotados por Aguiar.

Além do plantio do Rambutan, frutas como tangerina, quincan (conhecida como laranja japonesa), araçá-boi, cacau-do-caribe, uvaia, limão, abacaxi embelezam o cenário típico de quem adota o simples ditado: só colhe quem planta.

A residência da chácara é aconchegante. Com dois pisos, sala, cozinha e quarto, mantém a tradicionalidade da vida no campo, com fogão à lenha e uma porta engenhosa que fecha automaticamente, devido ao peso de uma garrafa pet cheia de areia segurada por um barbante. Aos fundos, a floresta.

Para completar a beleza do local, que justifica a origem do nome da chácara, um riacho. Um, não. Dois em um. São dois riachos que se encontram e formam uma piscina de água cristalina, explica Aguiar, informando que a água é comprovadamente potável depois de um estudo feito por um laboratório em Manaus.

tags: Candeias do Jamari RO cultura-e-sociedade

Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/rambutan-do-oriente-a-rondonia
Marcos Paulo - Porto Velho (RO) - 14/11/2008 18:13

 
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